A Franciscon existe para isso: viabilizar obras que mantêm o Brasil em movimento, com foco em trechos complexos, logística desafiadora e alto nível de exigência técnica.
De atuação em obras de infraestrutura no Brasil.
De grade ferroviária desenvolvida ao longo da história.
Contratos executados em diferentes fases da empresa.
Atuação em infraestrutura ferroviária, rodoviária e obras de arte especiais.
Fundada em 1999, em Concórdia/SC, a Franciscon nasceu das primeiras obras de supressão vegetal e limpeza de áreas alagadas por usinas hidrelétricas. Logo depois, ampliou sua atuação para preparação de áreas para lavouras e terraplenagem para edificações em áreas rurais.
Em 2005, abriu filial em Santos/SP e passou a atuar em preparações de áreas retroportuárias e industriais. Em 2008, começou a executar pequenas obras de pavimentação industrial e loteamentos, e em 2010 participou da construção de um terminal portuário em Santos.
Em 2014, passou por uma reorganização societária e consolidou o nome Franciscon Infraestrutura. A partir de 2016, entrou no setor ferroviário com pequenas obras. Em 2017, transferiu seu setor administrativo para Pinhais/PR e começou a atuar para a Rumo no interior de São Paulo, expandindo depois sua carteira para empresas como MRS e Vale.
Desde então, a Franciscon vem se destacando em obras complexas de infraestrutura ferroviária e rodoviária.
Filho de agricultores do interior de Concórdia/SC, Belmiro saiu da roça para os grandes canteiros de infraestrutura. Na Eletrosul, em obras ligadas à usina de Itá/SC, uniu a experiência do campo à rotina pesada de obra e descobriu que queria viver de resolver problemas de engenharia, não de voltar para a lavoura.
Em 1999, deixou a estabilidade da Eletrosul para criar a empresa que hoje é a Franciscon Infraestrutura, guiado por uma ideia simples: ter liberdade para decidir seu próprio caminho e construir algo sólido com o que sabia fazer em campo. Desde então, conduziu a Franciscon por diferentes fases até se firmar em infraestrutura ferroviária, sempre com presença forte nas obras e a mesma lógica que repete para a equipe: fazer o certo, fazer bem-feito, cuidar das pessoas para que elas cuidem da obra e lembrar que o dinheiro vem como consequência de um trabalho bem executado.

Experiência de campo somada a formação técnica. Operadores, encarregados e engenheiros trabalham próximos, com decisões tomadas por quem conhece a realidade da obra.

Frota de equipamentos voltada para infraestrutura ferroviária e rodoviária, incluindo máquinas de via, terraplenagem e pavimentação. Essa estrutura própria permite mobilização rápida quando o projeto exige.

Uso de drones para levantamento de campo, controle digital de volumes e acompanhamento de avanço físico das obras, garantindo precisão técnica e previsibilidade.